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ARCHIVO PHONOGRAPHICO

Se eu tivesse de escolher só uma música de cada um dos meus discos

ARCHIVO PHONOGRAPHICO

Se eu tivesse de escolher só uma música de cada um dos meus discos

I BELIEVE TO MY SOUL (1961)

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The Genius Sings The Blues (1961), óptimo disco de Ray Charles, último editado pela Atlantic, com vários blues gravados ao longo dos anos para este selo. De todas as faixas, escolho esta sem hesitar, com tudo o queremos de um blues: um grande riff e uma tristeza sem remissão. Acresce que ouvi-a pela primeira vez na voz do enome shouter  inglês (Newcastle-on-Tyne) Eric Burdon, dos Animals.

 

 

#37 - AI MEU AMOR SE BASTASSE (2004)

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Um casamento perfeito do fado tradicional ("Fado Pedro Rodrigues"), com a letra, exímia, de Manuela de Freitas, para uma esplêndida interpretação de Aldina Duarte, acompanhada por José Manuel Neto, à guitarra, e Carlos Manuel Proença, à viola. Fado bem gingado é isto.

De Apenas o Amor (2004).

 

 

#36 - FLOR DA MURTA (1974)

 

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 O Guerrilheiro (1974) é um disco extraordinário de Luís Cília, com base no cancioneiro português, em recolha feita por si ainda no exílio parisiense, com direcção de Bernard Pierrot, do grupo de música medieval Les Ménestriers. Em 1982 sairía uma regravação com novo título: Cancioneiro. Escolher é difícil, mas opto pela limpidez da mais breve composição do álbum, «Flor da Murta».

 

 

#35 - RIDE ON (1980)

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 Eric Brurdon é a  voz que se destaca nessas bandas britânicas surgidas em meados da década de 1960. Foi a cara dos Animals e nunca deixará de estar-lhes associado, tanto mais que o percurso posterior nunca se conseguiu libertar do óptimo que aquilo foi. Este Darkness Darkness (1980) não é grande coisa, mas tem alguns bons momentos. Um deles é esta versão do tema de Scott e dos irmãos Young, membros dessa outra assinalável e ordinaríssima banda de blues-rock que dá pelo nome de AC/DC... (O sax é de Mel Collins [King Crimson, Camel...])